3º dia

aproveitei que tava rolando muita coisa boa na programação do Festival Internacional CulturaDigital.Br e decidi unir o útil ao agradável. aproveitei para divulgar o 22. primeiro fui assistir a palestra de Kenneth Goldsmith no Odeon.

foto: César Campos

dali pro imponente MAM.

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

papo bom no ar. grandes cabeças pensantes. Marcus Vinicius Faustini não estava na tenda Arena, mas parecia em uma batalha. falando com ardor sobre redes, cultura digital e cultura livre.

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

oficinas aconteciam no espaço ao lado.

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

no meio disso tudo um grande encontro. Diego. o cara vende imãs, que se auto-denominam imãs cults. o acervo é fantástico contendo grandes obras do cinema, literatura, música, arte em geral. agora o mais sensacional, o cara anda com uma impressorinha Polaroid portátil, e com ela imprime foto tiradas na hora com seu celular ou baixadas da internet. não pensei duas vezes, pedi pra ele fazer um imã com a capa do 22. pedido feito, enquanto ele preparava aproveitei pra escolher mais alguns para adornar minha geladeira. olha aí:

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

os contatos dele: imascult@gmail.com / facebook.com/imascult / facebook.com/imasculturais / (11) 8594-8940 – Diego

do MAM pra L.A.P.A. escadaria Selarón. bloco Planta na Mente fazendo a cabeça.

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

grandes encontros também. não só distribuí alguns livrinhos, como recebi de volta arte de quem também tava ali para divulgar seu trabalho. como o zine de Luiz Silva (fosforo_eletrico@hotmail.com)

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

o cd do Poeta Peixoto (poetapeixoto@yahoo.com.br)

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

o sapo de origami de Akira.

foto: César Campos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

além de quem não retribuiu com arte, mas ajudou bastante a divulgar o 22, como Pink, e sua galera punk. deixei alguns com eles. um tempo depois voltei. Pink estava com vinho, disse que vendeu dois livrinhos, 7 conto cada, e que a galera se interessava, gostava. dindin pra ele, um pouco de vinho pra mim. tudo certo. os patinhos seguem seu rumo que é chegar às mãos de leitores. Pink, o primeiro distribuidor do meu primeiro livro.

alta madrugada, ainda na Lapa, propus um acordo pra vendedora da banca Rasta. o mesmo que pro Pink, deixei alguns livros com ela, o que ela conseguisse arrecadar ficaria para ela. topou. botou pra expor na banca. bacana.

resultado: saí com 40 livros, todos encontraram uma mão amiga e se espalharam pelo cosmos.

fim de noite boa! boa noite!

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